Paris acabou com as trotinetes. Será que Lisboa seguirá os bons exemplos? Espero que sim. Aviso já que nada tenho contra a teoria das trotinetes. O meu problema é com a prática, ou seja, com os condutores das ditas e a falsa virtude que exalam. Parece que os estou a ver: montados sobre o aparelho com aqueles ares de soberba que os fanáticos do ambiente acabam sempre por adquirir. Como se a humanidade circundante fosse uma ralé manhosa que só por caridade partilha as mesmas ruas e estradas. O perigo das trotinetes não está nos acidentes que provocam; está nos instintos homicidas que despertam entre peões ou automobilistas.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
Desde Carlos I, em meados do século XVII, que um membro da família real não conhecia as agruras do cárcere.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos