Ainda não li o mais recente livro de Riccardo Marchi. Mas depois de ler um artigo pungente que várias ‘personalidades’ das ciências sociais assinaram ontem contra ele (no ‘Público’), já encomendei. Chega terça e, sem trocadilho, é sobre o Chega. No dito cujo, parece que Marchi classifica o partido de André Ventura como de direita ‘radical’ e ‘anti-sistema’. Afasta-o do fascismo e da extrema-direita. É discutível? Será. Como qualquer tema histórico ou filosófico.
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Por Carlos Rodrigues
Reagir à catástrofe é fazer tudo aquilo que não foi feito desta vez.
José Luís Carneiro anda a escrever cartas ao primeiro-ministro com uma intensidade apaixonada.
61,5% dos espectadores vêem canais de cabo ou plataformas de streaming.
Aos nove anos, Rodrigo fala melhor português e pensa melhor em português do que milhares de populares que à porta dos estádios ou no átrio dos transportes não conseguem formular uma frase para a TV. Quem não sabe a língua não a pensa.
Tempestades: mais tarde ou mais cedo voltaremos a situações semelhantes.
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