Ainda não li o mais recente livro de Riccardo Marchi. Mas depois de ler um artigo pungente que várias ‘personalidades’ das ciências sociais assinaram ontem contra ele (no ‘Público’), já encomendei. Chega terça e, sem trocadilho, é sobre o Chega. No dito cujo, parece que Marchi classifica o partido de André Ventura como de direita ‘radical’ e ‘anti-sistema’. Afasta-o do fascismo e da extrema-direita. É discutível? Será. Como qualquer tema histórico ou filosófico.
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Por Carlos Rodrigues
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