Ajudas perversas
O subsídio chega pontualmente sem exigir o incómodo de procurar trabalho. Serei o único a testemunhar estes incentivos perversos?
O subsídio chega pontualmente sem exigir o incómodo de procurar trabalho. Serei o único a testemunhar estes incentivos perversos?
Se Montenegro é uma ‘cópia’ de Ventura - na imigração, por exemplo -, isso devia merecer um aplauso de Passos, não uma crítica.
O PS não tinha nada a ver com Sócrates. Aliás, mal o conhecia.
É literatura de comício.
Uma legislatura para durar até ao fim? Nunca acreditei nessa benesse.
Enxotar viajantes devia ser um desígnio nacional.
Já existe um vencedor antecipado só por ter chegado à final: Israel.
Por causa de Taiwan, a China não hesitará em entrar em guerra contra os Estados Unidos.
As notícias da morte do pacote laboral podem ser francamente exageradas.
Lá fora, Bruxelas é pintada com as cores da perdição. Cá dentro, nenhum partido ‘anti-sistema’ teria futuro se elegesse a UE como alvo a abater.
O mais recente ensaio de Mark Lilla convoca A. E. Housman para resumir o espírito da investigação: “A mais débil de todas as paixões humanas é o amor à verdade”.
O presidente do Parlamento ucraniano veio a Lisboa - e os deputados do PCP saíram do hemiciclo.
A vida política não corre de feição a André Ventura.
A serenidade do dr. Montenegro é, em teoria, de uma elegância exemplar.
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