Há uma hipótese de a VASP deixar de assegurar a distribuição da imprensa diária nos distritos de Beja, Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Vila Real e Bragança. Quando era miúdo e vivia num desses distritos, os jornais chegavam com um ou dois dias de atraso. Eram, aprendemos depois, os “custos da interioridade”. Agora passaram também a ser os custos dos transportes, além do analfabetismo (sem aspas) e do “digital”. A questão não está apenas em assegurar apoios, com urgência – mas de um plano de literacia que não seja tolo, palavroso e cheio de ilusões. Trata-se de uma revolução para o tempo em que estamos vivos. Para isso era preciso um “acordo da República”, coisa para que não vejo vocações, vontade ou inteligência. Daqui a uns anos seremos mais analfabetos. Os técnicos da especialidade sorriem a esta ameaça e dizem que as pessoas “leem de outra maneira” (o que é mentira), mas a verdade é que eles próprios já fazem parte da população analfabeta. Acreditam nas suas mentiras, o que é mais grave.
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