O Governo britânico, que já vacinou 2/3 da sua população adulta (pelo menos com uma dose), não permitiu que a final da Liga dos Campeões se realizasse em Londres. As equipas finalistas são inglesas? Pois são. Um jogo em Wembley fazia mais sentido? Pois fazia. Mas a UEFA costuma deslocar-se com comitivas generosas, que não estavam disponíveis para fazer ‘quarentena’. E, sem isso, foi preciso encontrar outro poiso.
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Se Viktor Orbán perder hoje as eleições na Hungria, a Europa está salva.
Dizem que Trump está louco. Não está: usa a retórica de um alienado para que o mundo acredite que é capaz de tudo – até do impensável nuclear.
Por que motivo haveria de ser diferente no Tribunal Constitucional, se os socialistas também tivessem um lugar à mesa?
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
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