O Governo britânico, que já vacinou 2/3 da sua população adulta (pelo menos com uma dose), não permitiu que a final da Liga dos Campeões se realizasse em Londres. As equipas finalistas são inglesas? Pois são. Um jogo em Wembley fazia mais sentido? Pois fazia. Mas a UEFA costuma deslocar-se com comitivas generosas, que não estavam disponíveis para fazer ‘quarentena’. E, sem isso, foi preciso encontrar outro poiso.
Tem sugestões ou notícias para partilhar com o CM?
Envie para geral@cmjornal.pt
Não vale a pena fingir que a captura de Nicolás Maduro se fez em nome do combate ao narcotráfico.
Mas, para temperar a retórica grandiloquente do governo, um pouco de realismo não fica mal a ninguém.
Mudar de calendário nem sempre é mudar de vida.
Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
Melhor pedir contas às lideranças europeias que se foram rendendo aos ditames do fanatismo.
O Correio da Manhã para quem quer MAIS
Sem
Limites
Sem
POP-UPS
Ofertas e
Descontos