Discutir o Orçamento é um exercício ocioso: com a pandemia de volta e a Europa a confinar, os números do Orçamento reduziram-se a ficção científica. Mas não é ocioso olhar para o Bloco, que resolveu chumbar com estrondo o documento. Que se passou? O inevitável: em 2015, com dinheiro nos cofres e a ambição terrena de um dia ocupar ministérios, o Bloco vestiu o traje domingueiro e aprendeu a comer com talheres. A experiência não rendeu votos. Nem respeitabilidade: quando esperava pelas segundas núpcias, eis que Costa fechou a porta a um segundo acordo. Isto, claro, foi antes da pandemia.
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