Desde o início da pandemia que existem dois países diferentes. O primeiro país pertence às massas ignaras, que são tratadas a pontapé com restrições de todo o tipo. O segundo é o país ‘oficial’ e político, que abre excepções convenientes para amigos e amigalhaços. É o país da CGTP, do ‘Avante!’ e agora, como se viu, do Sporting campeão. A PSP deu um parecer negativo à festança selvagem? Não interessa. O ano é de eleições autárquicas. Nem o governo, nem a Câmara Municipal iriam arranjar sarilhos com a ‘nação’ sportinguista.
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Não vale a pena fingir que a captura de Nicolás Maduro se fez em nome do combate ao narcotráfico.
Mas, para temperar a retórica grandiloquente do governo, um pouco de realismo não fica mal a ninguém.
Mudar de calendário nem sempre é mudar de vida.
Nunca levei a sério as mensagens natalícias de quem nos governa.
Gouveia e Melo revelou impreparação e prepotência, dois vícios de forma que não o recomendam para o cargo. Marques Mendes não conseguiu dissipar a sombra de ‘facilitador de negócios’.
Melhor pedir contas às lideranças europeias que se foram rendendo aos ditames do fanatismo.
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