Desde o início da pandemia que existem dois países diferentes. O primeiro país pertence às massas ignaras, que são tratadas a pontapé com restrições de todo o tipo. O segundo é o país ‘oficial’ e político, que abre excepções convenientes para amigos e amigalhaços. É o país da CGTP, do ‘Avante!’ e agora, como se viu, do Sporting campeão. A PSP deu um parecer negativo à festança selvagem? Não interessa. O ano é de eleições autárquicas. Nem o governo, nem a Câmara Municipal iriam arranjar sarilhos com a ‘nação’ sportinguista.
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Se Viktor Orbán perder hoje as eleições na Hungria, a Europa está salva.
Dizem que Trump está louco. Não está: usa a retórica de um alienado para que o mundo acredite que é capaz de tudo – até do impensável nuclear.
Por que motivo haveria de ser diferente no Tribunal Constitucional, se os socialistas também tivessem um lugar à mesa?
Em Portugal, nada é mais difícil do que o humor. A realidade vem sempre coberta por uma mortalha absurda que derrota qualquer concorrência.
Foi preciso muito detergente, nas revisões posteriores, para limpar estas manchas.
Ninguém pedia que a Europa marchasse com Israel e os EUA para o Irão.
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