José Mascarenhas foi condenado a 25 anos de cadeia. A Justiça afirma que já matou três mulheres, mas acabou absolvido no primeiro caso com base numa dúvida que estava longe de ser razoável. Quando matou Josielle, voltou a não ficar preso pelo homicídio, evitando novamente as consequências que se impunham. Acabou detido apenas num processo de tráfico de droga de menor gravidade, numa espécie de teimosia do Ministério Público nunca devidamente explicada. Há factos que continuam por clarificar e que mereciam justificação séria. O MP, de forma difícil de compreender, nunca recorreu da absolvição no primeiro processo, permitindo que José Mascarenhas fosse libertado e voltasse a matar. É uma situação triste, grave e profundamente perturbadora. E, mesmo assim, não há consequências para quem falhou. Só para quem fica e perdeu os seus.
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