O Anjo que passa na estrada
Conservarão para sempre a recordação grata do ser humano que lhes valeu quando falhou quem os trouxe ao mundo
Conservarão para sempre a recordação grata do ser humano que lhes valeu quando falhou quem os trouxe ao mundo
A História demonstra que os partidos também se abatem.
Contra o que sugere o senso comum, nem todas as malfeitorias são crimes.
Era a expressão que o nosso MNE decerto teria preferido.
O Estado de direito laico aprendeu a lição de Cristo sobre as competências de Deus e de César.
Dois terços dos deputados prontificam-se a violar a Constituição.
O tráfico de influência merece ser qualificado como crime de prevenção e investigação prioritária no plano dos factos e não só das intenções piedosas.
Condenar sem manobras de diversão é o caminho a seguir.
Muitos condenados não se regeneram, mas a todos deve ser concedida uma oportunidade em nome da dignidade humana.
Não deve promulgar uma lei que restrinja a segurança no trabalho.
Será avisado e justo prever o suicídio da vítima como fundamento da agravação da responsabilidade do autor do crime de violência doméstica.
Será quase inevitável a formação de uma geringonça de direita.
Será justo regatear indemnizações irrisórias às vítimas?
Valham-nos o Papa americano e Santo Agostinho.
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