Os portugueses queixam-se por aí que metem demasiado dinheiro nos buracos da banca. Ingratos. Eles pagam, sim, mas depois têm a oportunidade de assistir às Comissões Parlamentares de Inquérito, onde ‘Os Grandes Devedores’ (podiam ser uma trupe, como ‘Os Comediantes de Lisboa’) vão lá proporcionar espectáculo. Assim foi com Joe Berardo. Assim foi com Luís Filipe Vieira. Queriam o quê? Entretenimento de borla?
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Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
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