Rui Rio tem ambição. Disse ele: se tiver melhor resultado nas autárquicas do que Passos Coelho em 2017, continuarei de pedra e cal. Curioso: a comparação que interessa a Rio não é entre as legislativas de 2019 (que perdeu) e as de 2015 (que Passos venceu). É entre autárquicas: Rio pensa como um autarca e sabe que é quase impossível fazer pior do que em 2017.
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Desafiar Passos Coelho para as eleições internas do PSD é outra forma de desconversar: transforma um problema de governação num ajuste de contas partidário.
Sempre que o Tio Sam se mete em aventuras militares contra regimes tirânicos, a esquerda doméstica começa o seu carrossel de histeria e lamúria.
Com todas as reservas que Trump me merece, espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos.
José Sócrates já tem novo advogado. É o quarto oficioso.
Passos Coelho funciona hoje como um governo-sombra informal: não governa, mas lembra semanalmente que alguém poderia fazer o jeito.
Depois de duas escolhas desastradas, o futuro do governo também depende de acertar à terceira.
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