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"Ventura não quer ser Presidente, mas alimentar uma dinâmica que o leve a São BentoVentura não quer ser Presidente, mas alimentar uma dinâmica que o leve a São Bento".
"Ventura não quer ser Presidente, mas alimentar uma dinâmica que o leve a São BentoVentura não quer ser Presidente, mas alimentar uma dinâmica que o leve a São Bento".
Estão todos com saudades de uma ‘frente popular’, coitados.
A segunda volta das presidenciais não é um confronto entre esquerda (qual?) e direita (qual?), mas entre duas formas de falar. Já não é pouco.
Trump é mais imprevisível ainda.
Europa percebeu que tem de mudar de vida mas não faz a menor ideia do que fazer.
Ainda hoje não sabemos porque se candidatou e o que trouxe de novo.
É o mais complexo dos romances, o mais citado e o mais querido, ligado a Cervantes como um todo inseparável.
A um dia do fecho da campanha, ganham os indecisos.
A imagem eterna de ‘Lawrence da Arábia’ mostra-o ao lado dos sublevados, romanticamente vestido com roupas árabes.
John Dos Passos não teve uma infância fácil e boa parte dela foi passada apenas com a mãe. O seu primeiro grande romance, e até hoje visto como um dos melhores, foi publicado aos 29 anos.
A cinco dias das presidenciais, consolamo-nos em procurar uma figura sensata que entre em Belém com uma certa dignidade e alguma gramática.
Se os aiatolas fossem judeus, o activismo internacional já estaria em movimento.
Axel deixa a noiva em Hamburgo e parte com o estouvado professor Lidenbrock para os mares e vulcões do Norte em busca de um caminho misterioso e de uma aventura.
Maduro é passado. Delcy Rodríguez é melhor? Trump promove a democracia? Não brinquem.
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